Março

Nunca mais postei sobre os lugares novos que andei conhecendo, mas mexendo no meu google fotos hoje, deu vontade de continuar postando aqui!

No ano novo prometi conhecer algum lugarzinho diferente todo mês e falei sobre os que conheci em janeiro e fevereiro nos respectivos links.

Em março conheci a Toca do Coelho, uma pousada localizada na Serra do Funil. Não precisa estar hospedado para ir, sendo cobrado um valor de R$5,00 para visitação.

 

De lá fazem parte as cachoeiras Espinheira Santa, Quatro Quedas, Mundinho e Toca do Coelho.

As distâncias em relação a algumas cidades: Valença RJ: 45 km, Juiz de Fora MG: 108 km, Rio de Janeiro: 190 km, Belo Horizonte: 370 km e São Paulo: 360 km.

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Fevereiro

Não, não estou louca; sei que estamos em maio! hahaha

Não gosto de fazer muitas promessas no ano novo, mas esse ano fiz a de me esforçar o máximo possível para conhecer algum lugar novo todo mês e estou cumprindo até agora, só que não estava postando! A de janeiro vocês podem ver aqui e entender um pouquinho melhor essa minha ideia.

Em Fevereiro eu comecei a fazer outra faculdade e conheci Piraí, uma cidade muito bonitinha do interior do Rio de Janeiro.

Mas fevereito também teve Carnavaaal e eu viajei para Paraty (RJ) com uma amiga. Já conhecia a cidade, mas fizemos um passeio de barco pelas praias/ilhas que eu não conhecia e só digo uma coisa: conheçam esse lugar. 

Quem gosta de um carnaval de rua mais tranquilo, com bloquinhos e com uma vibe mais “família”, indico muito! Já passei três carnavais na cidade e de todos os lugares que já fui é o que mais gosto, porque dá pra dançar, pra curtir bloco, curtir praia, numa cidade encantadora.

E além de tudo, vivi uma experiência que nunca tinha experimentado: ficar em um hostel. E foi a melhor escolha que fizemos! Além do preço ser mais acessível, a experiência é mesmo única. Conhecemos pessoas de diferentes nacionalidades, brasileiros super animados e com histórias maravilhosas pra compartilhar, companhias incríveis para o nosso Carnaval, pessoas magníficas!

 

Nós ficamos no Hostel Carpe Diem (reservamos pelo booking) e super indico! É do lado da rodoviária, de restaurante baratinho, de mercado… E super perto do Centro Histórico, dá pra andar tudo a pé (nem tínhamos carro, foi tudo a pé mesmo).

 

 

 

Janeiro

Viajar e conhecer lugares diferentes é de longe a coisa que mais amo fazer na vida. Pela rotina, por falta de tempo e de dinheiro e até mesmo de companhia, acabo fazendo isso bem menos do que gostaria. Mas a vida é muito curta, não quero ser aquela pessoa que só existiu e não viveu todos os seus sonhos… Então comecei esse ano fazendo uma promessa a mim mesma de tentar conhecer um lugar novo todo mês. Não fazer uma super viagem, óbvio, seria impossível… Mas ao menos procurar algum lugarzinho, nem que seja na minha própria cidade, que eu nunca tenha visitado antes.
Todo mês vou compartilhar aqui, nesse meu cantinho, esses lugares que eu consegui conhecer e contar um pouquinho de cada um, como forma de deixar registrada essa promessa que pretendo cumprir hahaha.

Em Janeiro fiquei entre Niterói e Rio de Janeiro, duas cidades que eu já tinha ido várias vezes, porém consegui conhecer alguns lugares incríveis! E aqui vai um muito obrigada a minha melhor amiga e seu noivo, que sem eles isso não seria possível ❤

Nossa primeira (e bem rápida) parada foi em lugar que eu já até conhecia, mas fui quando criança… Foi a Fortaleza de Santa Cruz da Barra, localizada no lado oriental da barra da baía de Guanabara, no bairro de Jurujuba, em Niterói, RJ.
Cruzando fogos com a Fortaleza de São João e com o Forte Tamandaré da Laje, constituiu a principal estrutura defensiva da barra da baía de Guanabara e da cidade e porto do Rio de Janeiro durante o período da Colônia e do Império. Encontra-se guarnecida até aos dias de hoje, atraindo uma média de 3.500 visitantes por mês, em visitas guiadas, de hora em hora, com a duração de cerca de 45 minutos. Atualmente é a sede da Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército.
Nós não entramos, só olhamos do lado de fora mesmo.

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A segunda parada foi no Mirante Dona Marta. Do alto de seus 360m, ele proporciona uma das vistas mais incríveis da cidade. De lá, é possível ver o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, o Maracanã, a Baía de Guanabara e a Lagoa Rodrigo de Freitas. Fica na ladeira dos Guararapes, no Cosme Velho, Rio de Janeiro – RJ e funciona todos os dias, das 8h às 17h (até as 18h no horário de verão).

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Outro lugar que conheci foi o Parque Lage. Originário de um antigo engenho de açúcar, o parque faz parte da memória histórica da cidade. Projetado em 1840 pelo paisagista inglês John Tyndale, o belíssimo jardim de estilo romântico europeu divide as atenções com a floresta nativa de Mata Atlântica. Destacam-se também as palmeiras imperiais, os lagos e ilhas artificiais, além das cavernas espalhadas pelo parque e os aquários incrustados nas paredes com diversos peixes. Na principal edificação do espaço, um casarão do séc. XIX, funciona a Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), que oferece formação gratuita para artistas iniciantes, cursos de capacitação em arte para jovens, além de uma intensa programação de exposições, seminários, palestras e mostras de vídeos. Não conheci essa parte interna também, porque quando cheguei já estava fechada.

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Outro momento inesquecível foi o Encontro do Samba que aconteceu na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Esse encontro reuniu no mesmo palco mil ritmistas de 13 escolas de samba, a Orquestra Petrobras Sinfônica, os sambistas Martinho da Vila, Alcione e Diogo Nogueira, além da cantora Iza.

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E, por último e não menos importante, o Centro Cultural Parque das Ruínas. Ele foi a casa da grande mecenas da Belle Époque carioca, Laurinda Santos Lobo. Conhecida como a “marechala da elegância”, Laurinda reunia intelectuais e artistas nas magníficas dependências do palacete, que hoje é um dos mais belos projetos premiados do arquiteto Ernani Freire e casa de trabalhos experimentais de artes plásticas.

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Essas duas últimas fotos peguei no site http://visit.rio/que_fazer/parque-das-ruinas. Durante todos esses dias eu estava sem celular, então o que consegui foi com o celular da amiga (por isso poucas fotos e sem muita qualidade, desculpa hahaha).

Primeira viagem de avião: algumas dicas

Oii gente! Vou fugir um pouquinho dos textos e falar de um assunto que eu também gosto muuuito: viagem!
Em abril desse ano eu fiz minha primeira viagem internacional e, automaticamente, minha primeira de avião. E eu fiquei louca pensando em tanta coisa, com tanto medo de alguma coisa fugir do meu controle ou algo dar errado, pesquisei mil vídeos no youtube e li diversos sites sobre o assunto… E sim, encontrei muita informação útil, mas tive que suar a camisa pra conseguir reunir tudo que eu queria hahaha.
Pensando nisso, resolvi contar um pouquinho dessa experiência e dar algumas dicas importantes (muitas que eu vi antes e me salvaram e outras que eu não vi/li e passei algum sufoco).

Acho que a primeira coisa que fica na cabeça é: o que eu posso levar na bagagem de mão?

Minha dúvida maior foi com algumas coisas básicas, tipo remédio, pasta de dente, algumas coisas bem necessárias e que eu fiquei com medo de levar… Mas não façam isso, eu não levei pasta de dente e fiquei de 5h da manhã até 22h da noite (não vou fazer a conta do fuso, pq sou de humanas hahaha) sem acesso a minha mala com a pasta, então não recomendo, foi horrível hahaha
O que eu recomendo é levar tudo menorzinho, comprem aqueles kits pra viagem mesmo, com tudo em tamanho menor, você vai ficar mais tranquila e tudo vai correr bem! E quanto aos remédios, tudo bem também, eles só devem ter o peso e tamanho permitido e devem ser pra uso pessoal (não vale levar vários vidros de xarope pra família do exterior, por exemplo haha). E se for remédio controlado é bom levar a receita, por garantia.
Mas tá, você enrolou e não disse… O que eu posso e o que não posso levar na mala de mão?
Você não vai poder levar objetos pontiagudos (tesouras, facas, depiladores e lâminas, agulhas…), fósforos, isqueiros e obviamente qualquer coisa que possa ser ligada a um ataque terrorista, como armas, explosivos, algum gás…
E o mais importante (e que muita gente erra, inclusive nessa viagem que eu fui vi mais de uma pessoa tendo que jogar fora perfume, desodorante e afins) é que tem uma determinação para líquidos: você pode sim levar líquidos, como desodorantes, esmaltes, pasta de dente, xampu, creme, maquiagem líquida, desde que eles estejam em embalagens de até 100 ml e você pode ter no máximo 1 litro, ou seja, no máximo 10 embalagens de até 100 ml.
E pede-se para que os líquidos e remédios fiquem em uma embalagem transparente, lacrada, mais ou menos como essa aqui embaixo:

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Creio eu que seja para facilitar no raio-x do avião, minha tia levou em uma necessaire comum e não deu nada não, porém é melhor não arriscar, né? Essas bolsinhas transparentes são baratas, então é melhor garantir!

Geralmente essas são as coisas que mais geram dúvidas, mas aqui tem uma lista mais completa do que pode e o que não pode levar!

Outra coisa que me deixou com muita dúvida foi quanto ao peso da mala! Essa questão é um pouquinho mais complexa, porque vai depender do lugar pra onde vai e da companhia aérea que está viajando… Vale entrar em contato com a companhia e conferir esses detalhes, caso fique inseguro.
Mas tem algumas regrinhas, que você pode encontrar aqui.
No geral, em voos nacionais, cada passageiro tem direito a 23 Kg de bagagem. Pode-se despachar mais de um volume (mala, mochila, pacote, etc.) , desde que o peso total não exceda esse limite. Em voos internacionais, dependendo do país de destino, a franquia de bagagem pode ser de dois tipos: peça ou peso. Na franquia por peça, cada passageiro terá direito a transportar duas bagagens, de até 32 kg cada. Na franquia por peso, cada passageiro terá direito a  transportar bagagens que não excedam, no total:
• 40 kg na primeira classe.
• 30 kg em classe intermediária.
• 20 kg em classe econômica.
• 10 kg para crianças de colo, que não estejam ocupando assento.

Eu viajei para a Europa pela Air Europe (São Paulo – Lisboa, com conexão em Madrid) e eu não sei exatamente qual era o limite, porque tive que pegar um vôo nacional também (Rio – São Paulo), então já segui as regras nacionais (fui pela Gol): 23 kg na bagagem despachada e 5kg na bagagem de mão.

E você também deve tomar cuidado com as dimensões da bagagem de mão, porque se ela não couber ali com você, eles vão despachar e você vai ficar sem nada…
A soma das dimensões (altura, largura e comprimento) não pode ultrapassar 115 cm, incluindo rodas, alças, bolsos externos, etc. As medidas máximas para cada dimensão são de 23 x 40 x 55 cm.

Se você for super inseguro assim como eu, pode pesar sua mala antes pra ir tranquilo… Porque acredite em mim, você sempre acha que ela tá pesando mais do que realmente está. Eu achei que minha mala estava pesando mais que 23kg  e ela tava com 11kg mais ou menos.

Agora, algumas dicas gerais:

Você deve ir com roupas e sapatos os mais confortáveis possíveis, porque ninguém aguenta ficar, sei lá, 10 horas sentada de calça jeans, mas é bom prestar atenção em alguns detalhes: eu fui com uma bota (a mais confortável do mundo), que tinha uma fivela do lado. No voo nacional não deu nada, passei com ela normalmente, mas nos outros vôos que peguei mandaram eu tirar pra passar pelo detector de metal, então não é bom usar essas coisas (é muito chato ter que ficar tirando o sapato toda hora). Eu também fui sem biju nenhuma, sem brinco, sem colar, sem pulseira, facilita na hora do detector!
Claro que se você for pegar só um voo isso não vai incomodar tanto, mas eu viajei para Portugal, Espanha e França, peguei MUITOS vôos (e muitas conexões), então isso acaba fazendo com que você perca tempo.

Outra coisa que senti é que olhos, nariz e boca ficam MUITO secos, então é bom levar colírio, soro e protetor labial. Eu usei o colírio a viagem inteira, meus olhos arderam bastante, dei graças a Deus por ter colocado na mala! Também levei aquelas almofadas de pescoço, item essencial na minha opinião. Meu voo durou cerca de 10 horas, então essa almofadinha (dessas que faz massagem ainda) foi uma ótima escolha! Fone de ouvido também é muito importante. Eu escutei música no celular, além de ter visto filmes no avião (assisti Snoopy ♥). Mas o item que eu considero o melhor que comprei foi um carregador portátil. Em nenhum momento fiquei sem bateria no celular, o que eu comprei carrega o meu (galaxy s4 mini) cerca de quatro vezes (comigo mexendo!) e é esse aqui. É um investimento que vale MUITO  a pena, porque consegui registrar tudo!

 

 

Outra dica importante é sobre o tipo de mala! Como eu já disse, peguei bastantes vôos e alguns aeroportos eram MUITO grandes, então tinha que andar muito para chegar na área de embarque. Quando era conexão, eu ficava só com a mala de mão, mas a minha não era de rodinha e me arrependi muito disso. E minha mala de despache é dessas com três rodinhas normais, o que também dificultou um pouco. Resumindo, minha dica é: compre aquelas malas com quatro rodas 360º (que giram para todos os lados), tanto para a mala despachada quanto para a mala de mão. Eu, totalmente leiga, não sabia que o tamanho menor de mala de rodinha poderia ser usado como mala de mão, mas pode sim e recomendo totalmente! Cheguei a ler dicas assim, mas ignorei, não achei que era realmente importante, mas é sim! Passei um pouco de sufoco hahaha.

 

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Bom, espero ter ajudado de alguma maneira. Qualquer dúvida podem perguntar aqui (se eu souber, ajudarei haha).

O dia em que conheci Paris

Tudo que transborda no meu coração e o deixa inquieto, positiva ou negativamente, gosto de transformar em palavras. Com isso não poderia ser diferente, já que até agora me arranca sorrisos bobos e faz meus olhos brilharem. Viajar sempre foi meu objetivo de vida. Geralmente quando pergunto pras pessoas quais os sonhos delas, escuto “ter um emprego x”, “ter uma casa e um carro tais”, “constituir uma família feliz”, “ter três filhos” ou até “conhecer a Disney” e “ganhar na Mega Sena”. Já eu não sei se quero ser administradora, psicóloga, fotógrafa ou jornalista, se quero casar e/ou ter filhos, se quero morar num sobrado ou numa quitinete, mas sei com certeza que quero conhecer todos os Estados do Brasil e a maioria dos países do mundo. Tenho uma listinha de lugares pra visitar em todos os continentes e conhecer lugares novos, mesmo que na minha cidade ou região, deixa meu coração quentinho. E eu, como a maioria das pessoas (acredito), sempre sonhei em conhecer Paris. Queria ver a Torre Eiffel de perto, navegar pelo rio Sena, respirar um pouquinho da história presente no Museu do Louvre, sentar em um café parisiense para provar os famosos macarons e apreciar com meus próprios olhos o Arco do Triunfo. Mas isso sempre foi um sonho que parecia bem longe de se tornar realidade, algo que eu tinha certeza que ia acontecer, mas a longo, longuíssimo prazo. Sempre fui muito pé no chão, então era um sonho realmente distante, porém tenho a benção enorme de ter pessoas maravilhosas em minha vida. E uma dessas pessoas me levou para viajar e conhecer não só Paris, como outros lugares da França, Espanha e Portugal (mas isso fica para um próximo texto).

Essa foi minha primeira vista da Torre Eiffel, ainda de dentro do ônibus. E o que senti quando a avistei, mesmo assim atrás das árvores, é indescritível. Fiquei olhando meio sem reação e ainda sem acreditar no que estava acontecendo e foi incrível!

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Claro que estar em Paris me deixava boba e meio sem ar, mas confesso que me surpreendi com a beleza da torre. Nós a vemos em filmes, programas de TV, cartões postais, roupas, cadernos, miniaturas… Eu mesma tenho uma na minha estante, então não pensava que fosse ficar surpresa com o que eu estava vendo. Mas é muito diferente vê-la ali, de pertinho, a beleza é mesmo inenarrável! Ainda fui no começo da primavera, a temperatura estava agradável e o céu azul, pude aproveitar bastante. Infelizmente o tempo foi bem corrido, então não deu pra eu subir, mas o período ali admirando-a já valeu muito a pena!  ❤

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A noite, vê-la iluminada, foi uma emoção ainda maior! Fizemos um passeio de bateau-mouche pelo rio Sena, que banha a cidade, e pudemos ver a Torre Eiffel, o Museu do Louvre, a Catedral de Notre-Dame, a Conciergerie, o Museu de Orsay… Tudo sob um ângulo diferente! Também passamos embaixo de pontes importantes, como a Ponte Alexandre III e a Pont Neuf. (Infelizmente minha câmera descarregou, mas consegui algumas com meu celular – desculpem, portanto, a qualidade das imagens).

Bem, falar de todos os momentos nessa cidade maravilhosa renderia um texto muito grande, então foquei mais na Torre Eiffel e farei, em breve, uma parte dois contando sobre o Arco do Triunfo, Museu do Louvre, Catedral de Notre-Dame, Galeries Lafayette, e outros lugares encantadores que tive a sorte grande de conhecer!