Fevereiro

Não, não estou louca; sei que estamos em maio! hahaha

Não gosto de fazer muitas promessas no ano novo, mas esse ano fiz a de me esforçar o máximo possível para conhecer algum lugar novo todo mês e estou cumprindo até agora, só que não estava postando! A de janeiro vocês podem ver aqui e entender um pouquinho melhor essa minha ideia.

Em Fevereiro eu comecei a fazer outra faculdade e conheci Piraí, uma cidade muito bonitinha do interior do Rio de Janeiro.

Mas fevereito também teve Carnavaaal e eu viajei para Paraty (RJ) com uma amiga. Já conhecia a cidade, mas fizemos um passeio de barco pelas praias/ilhas que eu não conhecia e só digo uma coisa: conheçam esse lugar. 

Quem gosta de um carnaval de rua mais tranquilo, com bloquinhos e com uma vibe mais “família”, indico muito! Já passei três carnavais na cidade e de todos os lugares que já fui é o que mais gosto, porque dá pra dançar, pra curtir bloco, curtir praia, numa cidade encantadora.

E além de tudo, vivi uma experiência que nunca tinha experimentado: ficar em um hostel. E foi a melhor escolha que fizemos! Além do preço ser mais acessível, a experiência é mesmo única. Conhecemos pessoas de diferentes nacionalidades, brasileiros super animados e com histórias maravilhosas pra compartilhar, companhias incríveis para o nosso Carnaval, pessoas magníficas!

 

Nós ficamos no Hostel Carpe Diem (reservamos pelo booking) e super indico! É do lado da rodoviária, de restaurante baratinho, de mercado… E super perto do Centro Histórico, dá pra andar tudo a pé (nem tínhamos carro, foi tudo a pé mesmo).

 

 

 

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Solteira, feliz.

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Ela nunca gostou de estar solteira. Sempre namorou e buscou relacionamentos duradouros, a ideia de ficar sozinha a assustava muito. Mas de uns tempos pra cá ela descobriu o tal do amor próprio e começou a ver que não valia a pena aceitar migalhas. Ela deixou de se envolver com os babacas, porque não sente mais a necessidade de ter alguém. Ela não se fechou para o amor como muitos por aí dizem, ela simplesmente se sente bem em sua própria companhia e só vai permitir que alguém entre na sua vida se for pra somar. Ela assiste séries sozinha, senta na varanda pra ler um livro, sai pra onde quer, quando quer, sem precisar se preocupar com nada. Ela acha bonitinho casaizinhos apaixonados, isso não a incomoda mais, mas ela também acha incrível uma mulher sentada sozinha em um restaurante ou em um cinema. Ela é essa mulher agora. Sai com os amigos, com a família, mas também sai com ela mesma por aí, sem se importar com o que podem falar ou pensar. Ela acha mensagens de bom dia e boa noite bonitinhas, mas adora o fato de poder esquecer do celular por um dia inteiro e não ter ninguém pra brigar por conta disso, no máximo ter uma mensagem de alguma amiga perguntando se tá tudo bem. Ela ama não ter que dar explicações nem se indispor com nada, poder dizer um “não” para um evento qualquer sem a menor culpa. Ela se sente leve, plena. Não sente mais aquele medo de não encontrar alguém, porque ela se basta. Talvez encontre alguém pra dividir a vida, mas só se for alguém que a aceite assim, inteira. Talvez fique sozinha, viaje o mundo e realize seus sonhos. Ela agora vive um dia de cada vez, sem se preocupar com relacionamentos. Ela acredita no amor, na vida e vai levando, tranquila, sem esperar por nada.

O dia que eu aprendi a ser feliz

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Era uma manhã quente. Acordei atrasada, como sempre. Uniforme, café, andar até o ponto, esperar o ônibus. Mais um dia de aula e de correria. Tudo tava igual, exceto meus sentimentos. Especificamente nesse dia, levantei sem pensar nele. Em todo o trajeto para a escola, esqueci que ele existia. Pensei nas matérias, nos amigos, no almoço e até mesmo no sono que eu ficaria nas aulas da tarde, mas em nenhum momento ele me veio à cabeça. Era pra ser um dia tedioso, mas foi o melhor daqueles últimos anos. Estudei, ri, conversei com inúmeras pessoas e pude até dar um risinho mais simpático praquele gato da segunda carteira. E que gato! Depois desse dia pude, finalmente, perceber que minha vida era melhor sem ele. E, depois desse dia, eu aprendi realmente a ser feliz.